Archive for outubro de 2009

POLICIAL E MILITAR DEVE SER PROIBIDO DE TER ARMA PARTICULAR

POLICIAL E MILITAR DEVE SER PROIBIDO DE TER ARMA PARTICULAR

Em entrevista à CBN, Rubens Cesar Fernandes, o paladino do desarmamento e presidente do Viva Rio, defendeu a proibição de armas particulares para policiais.

Começando pelo cabalístico número de armas no país: 17 milhões de armas, número que vem sendo apresentado desde 2003 e jamais foi demonstrada a metodologia para se chegar neste mágico número.

Mais uma vez o Sr. Fernandes joga nas costas da população a culpa pela criminalidade, afirmando que a arma que está nas mãos dos bandidos é fornecida pelo trabalhador, pelo pai de família…

E não para por aí, o mais grave fica por conta em afirmar, sem provar, que 40% das armas de calibre restrito vem das mãos dos atiradores, colecionadores, POLICIAIS e MILITARES, simplesmente por serem contemplados com a possibilidade de comprar tais armas diretamente da indústria.

Vai mais longe e prova que ou é mentiroso ou é ignorante, afirmando que é “um absurdo um policial comprar 4, 6, até 8 armas”! Como se isso acontecesse, no Brasil…

A compra de armas de calibre restrito por parte de policiais é extremamente rigoroso e controlado podendo o policial adquirir apenas UMA ARMA DE CALIBRE RESTRITO.

A solução para esse “absurdo” nas palavras do Sr. Fernandes é simples: “O POLICIAL DEVE SER PROIBIDO DE TER ARMAS PARTICULARES E DE COMPRAR ARMAS DIRETAMENTE DA FÁBRICA”.

Não é de hoje que o Movimento Viva Brasil avisa que, como diz o ditado popular, “pau que bate em Chico bate em Francisco”. Como ele mesmo afirmou na entrevista, o cidadão já está praticamente impossibilitado de comprar armas, agora faltam os policiais.

Mostrando ainda toda sua má-fé, ao ser perguntado pela repórter sobre o recadastramento de armas, ele simplesmente não respondeu, ou seja, mais uma vez fica claro que para eles é muito melhor que o maior número possível de cidadão seja jogado na ilegalidade após o fim do prazo de recadastramento, que se encerra em dezembro deste ano…

A culpa, de acordo com o presidente do Viva Rio é de todo mundo menos do bandido… Bom, mas o que esperar de uma ONG que luta pela liberação das drogas, penas alternativas e é contra a punição de criminosos menores de idade?

Cada policial, cada cidadão, cada atirador ou colecionador, além das associações e sindicatos policiais devem cobrar de nossos deputados que o mesmo seja chamado para se explicar e provar que é o policial e o militar o culpado pelo o que o bandido faz.

Ouça aqui a entrevista: www.mvb.org.br/userfiles/vivario_proibicao_policia.mp3

Sugerimos os deputados:

HUGO LEAL – dep.hugoleal@camara.gov.br

MARCELO ITAGIBA – dep.marceloitagiba@camara.gov.br

PAES DE LIRA – dep.paesdelira@camara.gov.br

MAJOR FÁBIO – dep.majorfabio@camara.gov.br

MARINA MAGGESSI – dep.marinamaggessi@camara.gov.br

CAPITÃO ASSUMÇÃO – dep.capitaoassumcao@camara.gov.br

FRANCISCO TENORIO – dep.franciscotenorio@camara.gov.br

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CONEXÃO NARCOESQUERDISTA

Quarta-feira, Outubro 21, 2009
CONEXÃO NARCOESQUERDISTA

Vão dizer que sou paranóico. Vão dizer que sou exagerado. Vão dizer que sou conspiracionista. Não importa. É o preço a pagar por não ser de esquerda, nem acreditar na conspiração certa (que foram os judeus, ou a CIA, que explodiram as Torres Gêmeas, por exemplo). Leiam primeiro o que digo em seguida. Depois, podem me chamar do que quiserem.

Mais uma vez, o Rio de Janeiro é palco de uma batalha sangrenta entre narcotraficantes e policiais. Mais uma vez, o noticiário é preenchido com cenas de guerra e de barbárie, com helicóptero da polícia abatido a tiros, ônibus queimados etc. Mais uma vez, a rósea e ufanista propaganda oficial feita para as Olimpíadas de 2016 é manchada pela violência urbana sem controle. Mais uma vez, ouvem-se vozes repetindo a mesma velha e surrada ladainha, os mesmos lugares-comuns, tão óbvios quanto ocos, sobre “Estado paralelo”, “terrorismo”, “guerra civil”, “necessidade de segurança”, “ausência do Estado” etc. etc. Mais uma vez, serão ouvidas vozes de espanto e lamento. Mais uma vez, irão focar no secundário e perder de vista o essencial. Mais uma vez…

E assim será, ad infinitum, até a próxima batalha dessa guerra sem fim. Pelo menos enquanto a imprensa e a opinião pública, que nada mais é do que uma extensão da primeira, insistirem em bancar o cego, o surdo e o mudo e se recusarem a ligar os pontos. Como ninguém se habilita, é isso que eu faço aqui.

A primeira coisa a se levar em conta é que nem o Rio de Janeiro, nem qualquer outro Estado brasileiro, produz um grama de cocaína. De onde ela vem, então? Até uma criança sabe: vem do exterior, de países vizinhos como a Colômbia e a Bolívia, passando cada vez mais, nos últimos anos, mais ao norte, pela Venezuela. E quem produz toda essa droga comercializada nos morros cariocas? Novamente, a resposta está na ponta da língua: os principais produtores e distribuidores mundiais são os narcoguerrilheiros marxistas das FARC, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia; na Bolívia, a produção de coca é defendida com unhas e dentes, como “tradicional”, pelo governo de Evo Morales.

Muito bem. Já sabemos de onde vem e quem fornece a droga. Agora vejamos o que faz – ou melhor: não faz – o governo brasileiro, o governo Lula, a respeito.

O governo Lula se recusa a considerar as FARC uma organização terrorista, assim como Morales como um narcotraficante, apesar de a realidade dizer o contrário. O motivo? Tanto as FARC como Morales são parceiros do PT, o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Foro de São Paulo. O que é o Foro de São Paulo? É uma organização revolucionária que congrega os principais partidos e movimentos de esquerda do continente, fundada em 1990 por Lula e Fidel Castro para, como está nos seus documentos, “restaurar na América Latina o que se perdeu no Leste Europeu”. O que “se perdeu” no Leste Europeu no final dos anos 80? O comunismo. O que desejam as FARC, Morales, Hugo Chávez e o PT? Resposta: derrubar o capitalismo e substituí-lo por uma nova ordem social, pretensamente superior – com eles no topo, claro.

Já vimos o porquê. Agora vejamos o como. Antes, uma pequena lição de História.

Desde a década de 30, os intelectuais marxistas escolheram os marginais como força potencialmente revolucionária, pintando-os como vítimas do capitalismo e como rebeldes sociais. De Lampião a Fernandinho Beira-Mar (capturado, aliás, num acampamento das FARC na Colômbia), passando por todos os tipos de criminosos e assassinos, a esquerda elegeu esse setor do lumpenproletariado como a vanguarda da transformação social.

Sobretudo a partir dos anos 60, com a Escola de Frankfurt e, principalmente, com os escritos de Herbert Marcuse, seu expoente mais popular, a classe operária, vista como cada vez mais “aburguesada”, passou a dar lugar a novos atores, vale dizer os estudantes e, cada vez mais, os criminosos, a escória da sociedade, como a “vanguarda da revolução”. O culto às drogas, generalizado a partir dessa época – não por acaso, nas universidades -, passou a ser entusiasticamente estimulado pelos serviços de espionagem da antiga URSS, como uma maneira de enfraquecer a sociedade ocidental capitalista e destruir por dentro seus valores e instituições, como a moral cristã, a família etc. Isso é relatado inclusive em vários livros, infelizmente desconhecidos por aqui, como Red Cocaine: The Drugging of America and the West, de Joseph D. Douglass, Christopher Story e Ray S. Clyne (London, Harle, 1999) e as memórias do ex-general tcheco Jan Sejna, We Will Bury You (Sidgiwick & Jackson, 1985). (Recomendo também o excelente The World Was Going Our Way: The KGB and the Battle for the Third World, de Christopher Andrew e Vasily Mitrukhin [Basic Books, 2005], que mostra com riqueza de detalhes como o plano comunista de dominação mundial estava longe de ser uma fantasia de alguns reacionários de direita.)

Desde então, a glamourização do crime e do vício tornou-se uma constante, sendo sistematicamente reproduzida e difundida por meio do cinema, do teatro, da literatura, das artes plásticas e da televisão. Popularizou-se, desse modo, a idéia do “seja marginal, seja herói”, apregoada em pôsteres e cartazes. Ao mesmo tempo, a esquerda apropriou-se da causa dos direitos humanos, instrumentalizando-a. Primeiro, como ferramenta em causa própria, nos anos do regime militar (como se os terroristas, chamados aqui de guerrilheiros, tivessem algum compromisso com os direitos humanos), e depois, a favor de bandidos comuns. A tal ponto chegou essa manipulação dos direitos humanos pela esquerda – sempre contra a polícia, sempre a favor da bandidagem -, que existe hoje uma “Bolsa-Bandido”, destinada a não deixar desamparada a família de estupradores, ladrões e assassinos, enquanto suas vítimas não contam com nada parecido, permanecendo à míngua (não por acaso, na percepção popular, a idéia de direitos humanos continua a ser entendida como “direitos humanos para bandidos”, o que não está muito longe da verdade).

No Brasil, a aliança dos revolucionários marxistas com a bandidagem se esboça na década de 30, com as tentativas de contato do PCB com os cangaceiros de Lampião no Nordeste. Essa aproximação, que obedecia a uma diretriz da Internacional Comunista em Moscou, porém, falhou. Ela só se consolidaria a partir dos anos 70, com a troca de experiências na cadeia entre terroristas e presos comuns, que deu origem à principal facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, e, mais tarde, ao PCC em São Paulo. Logo os bandidos trataram de copiar as táticas e até a linguagem das organizações armadas de esquerda, imitando sua forma de organização e até os chavões ideológicos contra o “sistema”. A partir da década de 80, sucessivos governos populistas de esquerda, como os dois de Leonel Brizola (1983-1987 e 1991-1995), trataram de agravar o problema da violência urbana, mediante a negligência proposital e até o estímulo à ocupação desenfreada dos morros e à expansão das favelas cariocas: a polícia foi proibida de subir as favelas, vistas não como problema, mas como “solução”, enquanto o governo se locupletava com os chefões do jogo do bicho. As favelas foram transformadas, assim, em território livre do narcotráfico, que passou a ditar as regras nas comunidades carentes (o tal “Estado paralelo”).

Tudo isso que está aí em cima não é nenhum segredo. Os próprios criminosos já deixaram claro o papel da esquerda na consolidação e expansão do crime organizado em lugares como o Rio de Janeiro. Um dos fundadores do Comando Vermelho, William da Silva Lima, o “Professor”, escreveu até um livro, Quatrocentos contra Um: Uma História do Comando Vermelho (Iser-Vozes, 1991), no qual dá todo o serviço, explicando como a criminalidade carioca bebeu na fonte de Lênin e Carlos Mariguella. No livro (que virou filme, a ser lançado em breve), ele explica como o germe do Comando Vermelho nasceu no presídio da Ilha Grande, no começo dos anos 70, a partir da convivência com terroristas de esquerda presos que instilaram nos bandidos comuns a “idéia socialista”.

Os narcotraficantes de hoje estão apenas aplicando na prática o que aprenderam no convívio com seus comparsas esquerdistas, décadas atrás. E, hoje, dedicam-se a aplicar esses ensinamentos com mais intensidade, graças ao apoio, velado ou não, de governos constituídos como o de Lula e de Evo Morales. Relatórios de serviços de inteligência dos EUA e de outros países vêm apontando, nos últimos anos, que a Venezuela de Hugo Chávez se transformou em valhacouto das FARC e no novo corredor do tráfico de drogas da América do Sul para os EUA e a Europa. E também para o Brasil. Está claro que Chávez dá guarida e dinheiro aos narcoterroristas das FARC, e inclusive lança-mísseis, como foi descoberto há alguns meses. Todos sabem que Chávez é companheirão de Lula, e que este justifica todas as suas traquinagens. Assim como todos sabem que o “embaixador” das FARC no Brasil, o ex-padre Olivério Medina, anda solto por aí, sob a proteção do governo brasileiro.

Então, entenderam como e por que se chegou a esse estado de coisas? Ou terei que desenhar para ficar mais claro?

A guerra de gangues nas favelas e na periferia das grandes cidades pela posse de bocas-de-fumo é apenas a diminuta ponta de um imenso iceberg, o estágio final de um enorme esquema revolucionário que tem sua origem nas florestas colombianas e em refrigerados gabinetes oficiais. Diante disso, entregar a responsabildade pela segurança pública ao PT, a Lula e a Tarso Genro é como deixar um louco armado até os dentes tomando conta de um jardim de infância. É como colocar a cabeça na guilhotina e pedir que o carrasco apare apenas as pontas do cabelo. Dessa gente, não se deve esperar nada além da cumplicidade com o crime. É essa a missão deles, sua tarefa revolucionária.

Quem pode negar que o que está escrito acima corresponde unicamente aos fatos, e não a opiniões? Mas, infelizmente, quem fala essas coisas é tachado imediatamente de paranóico, teórico da conspiração, extremista, louco. Enquanto a imprensa e a opinião pública continuarem tratando os 50 mil mortos por ano pelo crime organizado no Brasil como uma simples anomalia, em vez de parte de um gigantesco e bilionário esquema revolucionário internacional; enquanto continuarem a enxergar os governantes atuais como parte da solução, e não do problema, recusando-se a ver a conexão entre estes e a criminalidade, não farão nada além de enxugar gelo e correr atrás do próprio rabo. Enquanto isso, todos vão continuar a lamentar e a chorar. Mais uma vez.

P.S.: Já tinha terminado de escrever o texto acima quando li, na internet, o texto a seguir, de autoria de Hélio Penafiel. Não tenho a menor idéia de quem é Helio Penafiel. Mas, devo dizer, o texto que ele escreveu resume com clareza e objetividade o que venho afirmando sobre o PT e suas relações com o crime organizado.
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O PCC DE TERNO
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Por Helio Penafiel
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São intrigantes as coincidências do PT no governo, com o PCC dos presídios.
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- Tal qual o PCC das cadeias, todos membros do PT contribuem com um percentual de seus ganhos para o partido ou facção.
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- O PT explora as empresas de ônibus e empresários no ABC paulista e em outras cidades. Comprovado por CPI.
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- O PCC explora as Vans de transporte público da grande São Paulo. Comprovado pela polícia.
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- O PCC assalta bancos e empresas, agindo em quadrilhas organizadas.
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- O PT assalta os cofres públicos do Estado com uma quadrilha organizada formada por amigos e membros do governo Lula, conforme comprovado pela CPI.
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- Ambos utilizam os recursos roubados para enriquecimento pessoal e fortalecimento de suas organizações. Comprovado por CPI.
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- Tanto o PT como o PCC são fundamentados na ideologia comunista, ou de “esquerda”. Ambos possuem relações com as FARC, que têm fortes laços com Hugo Chávez, o grande amigo de Lula.
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- Tanto o PT como o PCC, eliminariam seus inimigos. Vide Celso Daniel e as testemunhas do caso, Toninho do PT, e aquele presidente do sindicato, morto pelo sindicalista Zezé em Santo André, entre outros tantos.
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- O PCC odeia os policiais. O PT odeia os militares, o que no fundo é o mesmo…
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São tantas as coincidências entre as duas organizações que se poderia considerar o PCC como um PT carcerário; e o PT do governo Lula, como um PCC Estatal ou Chapa Branca.
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É ou não é?
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O Brasil não merece isso.
Postado por Gustavo às 10:30 AM 0 comentários  Links para esta postagem

http://gustavo-livrexpressao.blogspot.com/

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GOVERNO DIZ SIM PARA AS DROGAS E NÃO PARA AS ARMAS

GOVERNO DIZ SIM PARA AS DROGAS E NÃO PARA AS ARMAS

Completamente estupefatos recebemos a notícia que o Governo Federal vai enviar ao Congresso Nacional, ainda este ano, um Projeto de Lei que vai livrar da cadeia os chamados “pequenos traficantes”!

De tão inverossímil acabamos por não dar credibilidade, porém, hoje, em um dos maiores jornais do país veio a confirmação:

Governo quer que pequeno traficante não vá para cadeia

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091022/not_imp454462,0.php

Enquanto isso o cidadão honesto, trabalhador, muitas vezes famélico é caçado implacavelmente com base no “Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto”. Impedido pela burocracia, pelas taxas e não poucas vezes pela má vontade das autoridades de possuir armas regularizadas. Essa perseguição gera notícias deprimentes como a abaixo:

Idoso é preso com armas e munição no Vale do Rio Doce

Preso com três espingardas de carregar pela boca e um velho .38. Enquanto os bravos e destemidos policiais posam ao lado dos perigosíssimos objetos apreendidos… Dura Lex Sed Lex. Sim, apenas aplicaram a lei mas essa foto era completamente dispensável pois tenhos certeza que a maior parte de todas as corporações policiais do Brasil não se sentiriam orgulhosas de prender um velhinho de 73 anos…

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/23/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=111622/em_noticia_interna.shtml

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO

Senador Demóstenes Torres afirma que povo foi enganado pelo governo

“O governo iludiu a sociedade com a idéia de que o Estatuto do Desarmamento criaria um novo pacto de convivência sobre o uso de armas de fogo, quando na verdade, conforme venho insistindo, serviu apenas para desarmar o homem de bem enquanto se tornou um instrumento absolutamente ineficaz para o controle da arma bandida.”

Íntegra do artigo:

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/10/21/consenso-para-ingles-ver-234252.asp

MANDEM O SEU APOIO AO SENADOR DEMOSTENES TORRES

demostenes.torres@senador.gov.br

TÚNEL DO TEMPO

“O chefe da Casa Civil, José Dirceu, anunciou aos líderes aliados a decisão do governo de apoiar, como prioridade, a aprovação do Estatuto do Desarmamento no Congresso na versão original, aprovada no Senado. Na reunião, realizada na noite de terça-feira no Palácio do Planalto, Dirceu citou pesquisa do Ibope segundo a qual 82% dos brasileiros defendem a proposta. E, pedindo moderação aos aliados na discussão do tema, o ministro disse que a idéia de que a base é contra a proposta está prejudicando o governo. — O assunto é problemático, divide a própria base. Mas o governo não pode ignorar a vontade popular, tem que estar em sintonia com a opinião pública — apelou Dirceu.”

O trecho acima é de uma reportagem de 2003, pouco antes da aprovação do Estatuto do Desarmamento do Cidadão Honesto. Se a desculpa para apoiar o Estatuto era o apelo popular, que temos certeza nunca existiu, como fica depois do referendo? Qual será a desculpa?

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Campanha do desarmamento cai no ridículo

Nova Investida dos Anti-armas em São Paulo

Movimento Viva Brasil, desde 2005 vem dizendo que a batalha do referendo foi apenas UMA batalha de muitas que viriam. Que mesmo com uma derrota inequívoca, eles não desistiriam.

Em 2006 tivemos uma informação que a ONU, após a derrota no referendo, se revoltou contra as ONGs que eles financiaram com milhões e que a partir daquele momento mais nenhum investimento seria feito até que houvesse uma nova estratégia traçada e então começariam tudo novamente… O MVB tem a certeza que essa hora chegou.

Obedecendo a conhecida agenda internacional pelo chamado micro desarmamento da ONU, “importada” para o Brasil pelo Fernando Henrique Cardoso e continuada pelo governo Lula, a Prefeitura de São Paulo prestou sua continência aos interesses escusos e lançou na cidade de São Paulo, mais uma campanha de DESARMAMENTO prometendo pagar uns tostões para aqueles crédulos cidadãos que escolherem vender tão barato o direito de defender sua família e sua própria vida.

Em claro desrespeito, mais uma vez, ao voto popular, simplesmente ignoram o resultado do referendo popular de 2005.

De todas as matérias apresentadas, a única que vale a pena ver é a apresentada pelo CQC, excelente e inteligente programa humorístico da Band.

Com perguntas ácidas e comentários para lá de verdadeiros o repórter Danilo Gentili colocou na parede vários participantes incluindo o Vereador Ricardo Montoro.

Vejam bem, que em nenhum momento a prefeitura informa que as pessoas devem recadastrar suas armas até dezembro deste ano, provando que para eles é muito melhor jogar na ilegalidade o maior número possíveis de cidadãos honestos.

Recomendamos que TODOS assistam:

http://www.youtube.com/watch?v=dUXhKvYIHEc

Pedimos também que todos escrevam ao programa dando os parabéns por fazer com esse lançamento a única coisa que ele merece virar: piada.

cqc@band.com.br

O DESARMAMENTO NO NORDESTE

O Presidente do MVB, Prof. Bene Barbosa, esteve na semana passada no Ceará para um ciclo de palestras e pode acompanhar de perto a forte atuação dos anti-armas naquela linda região brasileira. Mais de 200 pessoas foram inquiridas e nenhuma, repetimos, nenhuma sabia da necessidade do recadastramento. Por outro lado, a grande maioria repetia a ladainha sobre uma nova campanha de desarmamento.

Em rápida procura em vários jornais da região, os títulos das matérias sempre dizem respeito a possibilidade de entrega de armas e não de recadastramento e anistia. Provando mais uma vez a irresponsabilidade daqueles que estão por trás desta campanha mentirosa.

O posicionamento do MVB sobre mais esse absurdo rendeu a publicação de página inteira sobre o assunto pelo Jornal do Brasil do RJ. Leiam no link abaixo:

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/09/27/e27098963.asp

MAIS UMA VITÓRIA – PL QUE PROIBIA ATÉ ARMA DE ÁGUA É REJEITADO

Prevaleceu o bom senso!

Leia a notícia no link abaixo, publicada no site da Câmara dos Deputados, e escreva ao deputado Hugo Leal (PSC-RJ) parabenizando-o pelo parecer contrário ao projeto de lei de um deputado do PDT que tentava proibir a produção, comercialização e importação de armas de brinquedo!
PARABÉNS DEPUTADO!
O e-mail do deputado é dep.hugoleal@camara.gov.br

http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=139297

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